domingo, 10 de julho de 2011

AS LESÕES MAIS COMUNS EM CORREDORES



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Nas Pernas:

Fascite Plantar: Inflamação de estrutura de sustenção da sola dos pés. É a principal causa de dor no calcanhar. Seu tratamento consiste em palmilhas eventuais, modificação do treinamento, antinflamatórios, exercícios de alongamento e aplicações de gelo.

Metatarsalgia: Dor na região anterior da sola dos pés. O tratamento inclui uso eventual de palmilhas, modificação da superfície de treinamento, escolha de tênis adequados.

Fraturas de fadiga: Também chamadas de fraturas de stress. São como as chamadas fadigas de material, ocasionadas por uso repetitivo e sobrecarga de treinamento. O atleta pode apresentar dor insidiosa e persistente, que aos poucos pode se acentuar e impedí-lo mesmo de andar. O tratamento consiste de repouso, afastamento dos treinamentos e até de imobilização.

Tendinite do tibial posterior: Inflamação de um tendão na face lateral interna do calcanhar. Pode-se tratá-la com gelo e antinflamatórios.

Nas pernas:

Fraturas de fadiga: Semelhantes às descritas para os pés.

Síndromes compartimentais: Aumento de pressão em um compartimento muscular da perna, proporcionado por excesso de uso e aumento de volume sanguíneo nesse compartimento. Tratamento pode ir desde o repouso até cirurgia.

Tendinite do tendão calcaneo: Esse tendão foi chamado de tendão de Aquiles até recentemente. Os aumentos de milhagem, corrida e os treinamentos em subidas podem desencadeá-la. Tratamento: repouso, antinflamatórios, fisioterapia, alongamento e, nos casos mais rebeldes, cirurgia.

Canelites: Nome popular para dor de músculos e tendões em face anterior da perna. Tratamento com repouso, gelo e antinflamatórios.

Nos joelhos:

Dor patelo-femoral: Dor de origem insidiosa na patela (rótula) e nos tendões próximos. Uma das queixas mais freqüentes em corredores. Tratamento com repouso, joelheiras e tiras patelares, antinflamatórios, reforço do quadriceps e alongamento dos posteriores de coxa.

Desarranjos internos: Lesões de meniscos, lesões da cartilagem, etc. Tratamento depende do correto diagnóstico.

Tendinites: Inflamação dos tendões ao redor do joelho. Tratamento diversificado.

Coxa e quadril:

Bursitis: Inflamação da bursa (bolsa) na face lateral do quadril, entre os músculos e o fêmur. Tratamento com gelo, antinflamatórios e repouso. Fisioterapia pode ser necessária.

Estiramento dos isquiotibiais: Estiramento (distensão) dos músculos posteriores da coxa. Tratamento como no caso anterior.

Coluna:

Ciática: Dor de comprometimento do nervo ciático, em geral conseqüente à dor lombar. Pode indicar uma lesão do disco (hérnia) intervertebral.

Entorse lombar: Dor e espasmo em músculos da região lombar. Tratamento com repouso, analgésicos, fisioterapia e alongamentos.

Estenose de canal: Estreitamento do canal espinal. Caracteriza-se por dor após distância percorrida. Incide em faixa etária mais tardia. Tratamento pode incluir cirurgia. 
informações extraídas de  http://www.webrun.com.br/corridasderua/n/lesoes-em-corredores/79

JOELHO E FUTEBOL

nO joelho é, de longe, a articulação mais frequentemente lesada em jogadores de futebol. A maioria das lesões se deve ao estresse extremo de movimentos de torção e rotação. 
Lesões no ligamento colateral medial e lesões meniscais são a maioria, mas rupturas do ligamento cruzado anterior também são comuns e responsáveis por uma considerável quantidade de tempo de reabilitação no esporte ou de encerramento precoce da carreira. 
Trecho de trabalho feito pela Professora Andréa Elaine Sechini sobre lesões do esporte

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Flex-Band



Flex-Band
Imagem: STOTT PILATES
Este acessório feito de silicone tem um formato de faixa e pode ser utilizado tanto no solo quanto em conjunto com todos os equipamentos de Pilates. Em alguns exercícios adiciona resistência, ou seja, acrescenta mais desafio para o aluno e em outros exercícios proporciona assistência, ou seja, ajuda na realização. Pode ser utilizado tanto para membros superiores e inferiores quanto em mobilização de coluna.
Contribui muito para criar consciência corporal em iniciantes na prática e ao mesmo tempo adicionar mais desafios de força e resistência para alunos mais avançados e que estejam a bastante tempo familiarizados com a técnica.
É um acessório fácil de levar a qualquer lugar e fácil de manusear durante a prática do Pilates também.
Compõe um dos acessórios utilizados no curso de formação de Mat (solo) da STOTT PILATES.
Vejamos alguns exercícios que podem utilizar o Flex band. No MEIO ROLAMENTO PARA TRÁS, por exemplo, o acessório pode facilitar a execução do movimento, pois suporta o peso do corpo facilitando o trabalho dos abdominais para um aluno iniciante que ainda esteja aprendendo a controlar a força do próprio corpo. POSIÇÃO INICIAL: Sentado, joelhos levemente flexionados, pernas aduzidas ou abduzidas na distância do quadril e pés completamente apoiados no colchonete. Pelve vertical. Coluna flexionada para frente por cima das pernas. Braços alongados a frente e segurando o flex band, topo da cabeça em direção aos dedos das mãos. Escápulas estabilizadas. Passe o flex band em torno dos pés e segure com as mãos nas extremidades.
Para preparar, inspire e depois expire e mantenha a flexão da coluna e role as EIAS para longe da porção anterior dos fêmures e segurando o flex band, role para trás até onde a flexão da lombar e o abdome plano possam ser mantidos e o flex band segure o posicionamento do corpo. INSPIRE role para frente, até a posição inicial. O flex band pode perder um pouco de tensão.
No próximo exercício, podemos ver como o flex band pode acrescentar resistência muscular. Posição inicial: Sentado com as pernas cruzadas, pelve e colunas neutras. Braços alongados a frente na altura dos ombros e segurando a flex band. Inspire para preparar e expire puxando a flex band e afastando os braços para a lateral até onde a estabilidade das escápulas e da caixa torácica possa ser mantida. Inspire retornando e controlando a resistência do acessório.
Autora:
Letícia Toledo Roverci
Instructor Trainer STOTT PILATES
Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit
Publicada na Revista Pilates

Foam Roller - Pilates São Caetano do Sul



Foam Roller Imagem: STOTT PILATES
O Foam Roller é um excelente acessório para quem quer desafiar equilíbrio e estabilidade, além de promover força e flexibilidade. É composto por uma espuma especial de alta densidade e possui uma superfície arredondada. Sua base de suporte é bem pequena e instável, desafiando o cliente em exercícios básicos, intermediários ou avançados.
Pelo fato de ser um acessório que desafia, na maioria das vezes, não costumamos utilizá-lo para alunos muito iniciantes ou que não tenham vivência motora para que não fiquem com medo do equipamento. Assim sendo, iniciamos com ele no solo ou em algum equipamento grande e estável até que ele adquira equilíbrio suficiente para esse acessório.
Existem dois tipos de Foam Roller, são eles:
Foam Roller Full: Formato de cilindro que permite desafios completos de estabilidade, dificultando a execução por rolar para frente e para trás.
Foam Roller Half: Apenas metade do cilindro como se fosse uma meia lua para alunos mais iniciantes pelo fato de não deslizar pelo solo.
Quando os alunos experimentam e conseguem executar os exercícios, normalmente pedem que o professor o use nas aulas mais vezes, pois isso promove desafios e superação.
Não é um acessório utilizado no curso da STOTT PILATES pelos motivos já citados, porém é possível fazer um WS somente dele.
Veja como o Foam Roller pode dificultar a instabilidade do punho no exercício FLEXÃO DE BRAÇO.
POSIÇÃO INICIAL: Em posição de prancha, com ou sem os joelhos apoiados no chão, pernas unidas. Posicione o Foam Roller na transversal e apóie um das mãos em cima. Mantenha a pelve e a coluna neutras. Inspire flexionando os cotovelos e mantendo a estabilidade das escápulas e expire estendendo os cotovelos até voltar à posição inicial. Pode ser executado no Full ou no Half.
Autora:
Letícia Toledo Roverci
Instructor Trainer STOTT PILATES
Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit
Matéria publicada na Revista Pilates